O “Grupo do Leão”: a maior homenagem que Columbano Bordalo Pinheiro fez aos artistas

Numa das paredes do restaurante Leão d’Ouro, no Rossio, ainda é possível admirar uma reprodução do óleo sobre tela onde estão representados alguns pintores que pertenceram ao emblemático “Grupo de Leão”. Eça de Queiroz considerou-a o melhor trabalho de Columbano Bordalo Pinheiro.

Campo de Ourique – como se formou um bairro

São histórias inéditas que convidam a um novo olhar sobre Campo de Ourique. Como nasceu e cresceu este bairro, um dos primeiros planos urbanísticos aprovados  por um emblemático plano de melhoramentos da cidade? Quem foi, afinal, o autor dos seus traços? Este roteiro convida à descoberta do pioneirismo deste bairro e do que se investiga sobre ele.  

Um livro que ensina as crianças a proteger o rio Tejo

A uma história de fantasia sobre a poluição das águas do Tejo seguem-se informações preciosas sobre poluição de rios, mares e oceanos provocada pelos resíduos de plástico e o que fazer para a impedir. É um livro digital para crianças, gratuito, para explorar em família, desenvolvido pelo CITI – Centro de Investigação para Tecnologias Interativas da NOVA FCSH.

Os 100 anos que mudaram a saúde e a face urbana de Lisboa – parte I

Entre 1733 e 1833, imperou em Lisboa uma estratégia higienista, apenas interrompida pelo Terramoto de 1755. O caso era sério: a cidade era assolada por todo o tipo de surtos epidémicos, que se multiplicavam com facilidade.

Projetos de investigação à lupa #3: o papel tem uma identidade e chama-se marca de água

A primeira marca de água surgiu em 1282, em Itália. Desde então, os fabricantes do papel começaram a usá-la como forma de identificação, rica em elementos simbólicos. Um projeto de investigação do CHAM identifica marcas de água dos documentos dos séculos XVI e XVII existentes no arquivo da igreja de Nossa Senhora do Loreto, em Lisboa.

Da Quinta da Holandesa ao Bairro do Armador: desafios de integração da comunidade hindu

Uma tese de mestrado estudou a vida social da população hindu realojada em finais dos anos de 1990 no Bairro do Armador, em Marvila. Vinte anos depois, como vive esta comunidade num bairro associado à sua etnia e cuja voz não se faz ouvir?