Contemplar uma Lisboa que nunca saiu do papel

A Praça do Comércio sem o Cais das Colunas, a Estação de Sta. Apolónia ladeada por um Hilton megalómano ou uma autoestrada no Parque Eduardo VII são projetos que, em algum ponto da História, foram considerados para a cidade. É isso que nos mostra a exposição “A Lisboa que teria sido”, com a curadoria de Raquel Henriques da Silva, da FCSH/NOVA.

“Partir da viola” para entender o lugar de Amadeo de Souza-Cardoso na revista Orpheu

Trou de la Serrure Parto da Viola Bon ménage Fraise Avant-garde é o extenso título de um quadro de Amadeo de Souza-Cardoso. Fez parte da exposição individual na Liga Naval de Lisboa, em 1916, agora evocada pelo Museu do Chiado até 24 de fevereiro de 2017. É também o mote para Marta Soares, investigadora da FCSH/NOVA e uma das curadoras da atual exposição, discutir o lugar de Amadeo na revista modernista Orpheu.  

De cor de rosa e com minissaia

A 30 de janeiro de 1967, o Diário Popular referia na capa o êxito da minissaia entre as clientes adolescentes de uma loja emblemática na Rua da Vitória, na Baixa: a PorfíriosContraste. Uma investigadora da FCSH/NOVA analisa o impacto do vestuário na construção do género de uma faixa etária ainda mais baixa: a infantil.

Portas de Santo Antão: em busca dos notáveis

É pequena em extensão – percorre-se em poucos minutos – mas gigante na diversidade. Neste roteiro, procuramos os notáveis de outros tempos. Uns permanecem. Outros são histórias em ruínas.