Virgínia Quaresma: uma jornalista feminista que deu voz ao feminismo

Foi a primeira mulher a exercer a profissão de jornalista em Portugal. Integrou as redações de dois influentes jornais lisboetas e fez parte do primeiro movimento feminista português. O seu legado permanece numa rua de Belém, como símbolo de jornalismo, liberdade e igualdade no feminino.

O percurso “rocambolesco” do Grande Panorama de Lisboa

No século XIX, o marquês de Sousa Holstein, vice-inspetor da Academia de Belas Artes de Lisboa, tentou adquirir objetos de várias artes para formar um “museu central”. Entre esses objectos estava o Grande Panorama de Lisboa, um painel de azulejos com 23 metros de comprimento. Hugo Xavier, investigador da FCSH/NOVA, relata o longo e curioso percurso desta obra para chegar a mais do que um destino.

Lisboa no cinema português: d’O Pátio das Cantigas a Os Verdes Anos

Mais do que por um género, o cinema português distinguiu-se pela representação do imaginário nacional. Desde as comédias de Lisboa, registo cinematográfico que o Fundo do Cinema Nacional tentou combater com a criação da Cinemateca Nacional, em 1948, e com bolsas de estudo no estrangeiro, passando pela cidade burguesa que aprisionava, Tiago Baptista traça a evolução da representação do país no cinema português.

Revisitar Lisboa: novos estudos e novos olhares

Novos Estudos & Novos Olhares sobre a Cidade: Lisboa do Terramoto à Revolução de Abril

Que espaços e que grupos sociais foram mais relevantes na cidade nos séculos XIX e XX, histórica e socialmente? Este é um dos pontos de partida para um ciclo de conferências sobre a evolução da cidade de Lisboa, numa iniciativa do Instituto de História Contemporânea com o apoio da União das Associações de Comércio e Serviços.

Contemplar uma Lisboa que nunca saiu do papel

A Praça do Comércio sem o Cais das Colunas, a Estação de Sta. Apolónia ladeada por um Hilton megalómano ou uma autoestrada no Parque Eduardo VII são projetos que, em algum ponto da História, foram considerados para a cidade. É isso que nos mostra a exposição “A Lisboa que teria sido”, com a curadoria de Raquel Henriques da Silva, da FCSH/NOVA.