Avenidas com memória

Como eram as Avenidas Novas no passado e em que é que se tornou hoje? Para responder a esta questão o Instituto de História Contemporânea convida os moradores a partilharem as suas recordações, preservando o património cultural desta parte da capital.

Tem recordações e memórias das Avenidas Novas? Postais, cartas, fotografias ou diários? Guardou os poemas, objetos ou registos sonoros que agora fazem parte da sua história familiar? Então partilhe-os com o Instituto de História Contemporânea, contribuindo para dar aos moradores das Avenidas Novas a hipótese de registarem o seu passado, guardando-o para as próximas gerações verem como a freguesia era e aquilo em que se tornou.

O projeto, intitulado “Memória das Avenidas”, junta-se às memórias do Centenário da Primeira Guerra e do 25 de Abril na página Memória para Todos, criada em 2012. A parte das Memórias das Avenidas é gerida pelo grupo Os maiores das Avenidas e já conta com dezenas de testemunhos escritos, vídeo, áudio, fotografias e outros documentos doados pelos entrevistados.

No âmbito desta iniciativa a Av. Duque de Ávila recebeu, em janeiro de 2017 no contexto da requalificação da Praça do Saldanha, uma exposição ao ar livre onde se evocou as memórias dos habitantes das Avenidas Novas com testemunhos orais, documentos e objetos de quem viveu nesta zona da capital.

As Avenidas Novas têm cerca de 22 mil habitantes. Formou-se após a reorganização administrativa de Lisboa por união das antigas freguesias de Nossa Senhora de Fátima e São Sebastião da Pedreira e uma pequena parte de Campolide.

Legenda da imagem: obras do Campo Pequeno em outubro de 2002. Fotografia de Pedro Fidalgo.

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *