Beato e Marvila – uma proposta de regeneração urbana para as zonas esquecidas da frente ribeirinha oriental

Um dos melhores exemplos de regeneração urbana em Lisboa foi a do Parque das Nações. Contudo, mesmo ao lado, outras áreas da zona ribeirinha oriental, como Beato e Marvila, permaneceram esquecidas. Uma tese de mestrado em Gestão do Território da NOVA FCSH avança com uma proposta para colocá-las novamente no mapa.

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O arquiduque que veio a Lisboa para ser rei

Seis décadas após a Restauração da Independência, Portugal foi confrontado com uma difícil escolha: que partido tomar na Guerra de Sucessão ao trono espanhol? D.Pedro II optou por uma manobra arriscada.

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Viver no Parque das Nações – uma “marca” de residência

Condições do espaço público, características da habitação e prestígio social do Parque das Nações. Uma tese de doutoramento revela as motivações que levaram os seus residentes a eleger este bairro para viver.

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Parque das Nações: como uma área marginalizada se converteu numa montra da cidade

A intervenção urbana no âmbito da Expo’98 foi excecional: uma zona industrial, quase desativada e de casas envelhecidas, foi transformada num complexo de lazer, escritórios e habitação de alta qualidade. O Parque das Nações resulta de um fenómeno apelidado de “gentrificação por nova construção”.

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Será Lisboa a cidade de Ulisses?

A Odisseia, obra-prima da Antiguidade Grega atribuída a Homero, foi um dos primeiros textos traduzidos para latim pelos romanos. Desde então, muitas têm sido as relações estabelecidas entre o herói da guerra de Tróia e a fundação daquela que viria a ser a capital de Portugal.

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Mercado livreiro lisboeta no início do século XX: o lugar da religião

Nos primeiros anos do século XX, existiam em Lisboa cerca de 60 livrarias, das quais dois terços acumulavam a edição. O livro religioso era parte integrante da oferta, que se concentrava na função social da religião e do cristão.  

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Primeiros dormitórios de Lisboa: o olhar fulminante da imprensa

Nos anos de 1950, viviam em Lisboa e arredores mais de um milhão de habitantes. Até 1981, o número duplicou. Os dormitórios, zonas entre o campo e a cidade que acolheram estes novos habitantes, eram associados a lugares abandonados e sem vida. Amadora foi o principal alvo da imprensa.

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O que teve Hércules a ver com a Inquisição?

A ortodoxia cristã cedo se apropriou, no plano simbólico, da mitologia grega. Hércules, o herói que a espada e fogo matou a temível Hidra, servia de feição para representar a luta do bem contra o mal. Uma associação de ideias que a Inquisição portuguesa não deixou de explorar iconograficamente.

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Como veem os reclusos a sua “casa” de Monsanto?

O Estabelecimento Prisional de Monsanto, única prisão portuguesa com segurança máxima, tem uma arquitetura redonda semelhante ao modelo panótico, sem vãos para o exterior nem oportunidade de reconhecer os pontos cardeais ou a orientação solar. Que repercussões tem esta estrutura fechada nos seus habitantes? Mariana Carrolo, investigadora da NOVA FCSH, pediu literalmente aos reclusos para fazerem um desenho. 

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Antes da Unesco, Lisboa já protegia o seu património

Foram várias as denúncias de “vandalismos patrimoniais” feitas por quem passou em viagem pela capital no século XIX. No entanto, Paulo Oliveira Ramos, investigador da NOVA FCSH, revela outro olhar, o de quem deu visibilidade a documentos legais que visavam proteger o património português.

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A quem pertenceu este palácio da Calçada do Combro?

O edifício que é hoje sede da Junta de Freguesia da Misericórdia, na Calçada do Combro, é geralmente associado à família Figueiredo Cabral de Câmara, senhores de Belmonte. Porém, Isabel Mendonça, investigadora da NOVA FCSH, descobriu um equívoco nesta ligação e revela ainda quem contribuiu para a riqueza do seu interior.

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Alfama: o bairro histórico que resistiu ao século XIX

Enfermos, insalubres, incómodos. Numa época em que as ruas se queriam largas e arejadas, era assim que as elites e o poder municipal lisboeta viam os bairros antigos de Lisboa. De todos eles, Alfama foi o mais visado por críticas e planos de modernização, que só não o modificaram irremediavelmente por falta de fundos e de vontade política.

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Jardim de São Pedro de Alcântara – de palco de suicídios a quase símbolo da Lisboa romântica

O gradeamento que circunda ainda hoje o jardim veio diretamente do Palácio da Inquisição do Rossio, em 1864, para diminuir a tentação do salto. O miradouro de São Pedro de Alcântara era uma “fábrica de suicídios”, que desafiava a desejada identidade romântica do espaço.

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Cemitério dos Prazeres: a cidade dos mortos a muros com a dos vivos

Os novos espaços funerários do século XIX começaram por acolher sepulturas individuais mas depressa os jazigos se tornaram casas simbólicas que imortalizam, deixando marca no espaço e no tempo. O Cemitério dos Prazeres tem mais de sete mil.

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LX Conventos: histórias das casas religiosas de Lisboa

Em 1834, existiam cerca de 100 casas religiosas em Lisboa. Decretada a extinção das ordens religiosas a 30 de maio desse ano, esses edifícios conheceram diferentes destinos.

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