“Não toquem na minha Alfama” – segredos de uma marcha popular vencedora

Alfama está “cheia de gente”, afirmava Nuno Lopes, encenador e figurinista da Marcha de Alfama, em março de 2017. Gente “passageira”, pessoas de fora que expulsam as de dentro. Esse foi o conceito que norteou a participação deste bairro no concurso de Marchas Populares de Lisboa em junho, do qual se sagrou vencedor. Futuras antropólogas da NOVA FCSH estiveram no terreno a descobrir os segredos da face espetacular da marcha – os figurinos.

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Alfama: o bairro histórico que resistiu ao século XIX

Enfermos, insalubres, incómodos. Numa época em que as ruas se queriam largas e arejadas, era assim que as elites e o poder municipal lisboeta viam os bairros antigos de Lisboa. De todos eles, Alfama foi o mais visado por críticas e planos de modernização, que só não o modificaram irremediavelmente por falta de fundos e de vontade política.

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Graça em estado de graça

Diz-se que é uma das zonas mais ricas em edifícios de tipologia operária – conhecidos como vilas operárias –, solução encontrada pela cidade para acolher os trabalhadores fabris vindos de todo o país, mas é muito mais do que isso. Descubra neste roteiro uma outra Graça, onde figuras literárias, fado e outras teias de cultura se cosem com a apertada malha urbana.

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Natália Correia: todas as personalidades num botequim

Nos anos de 1970 e 1980, passaram pelo no n.º 79 do Largo da Graça, no rés-do-chão da Vila Sousa, algumas das personalidades mais relevantes das artes e letras portuguesas. Mas a maior delas seria talvez a anfitriã.

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Angelina Vidal: uma desfavorecida que defendeu os desfavorecidos

Escritora, professora e olisipógrafa, Angelina Vidal usou as palavras para promover os direitos das mulheres operárias, que viviam com grandes dificuldades financeiras. Esta foi uma realidade que também conheceu de perto na maior parte da sua vida.

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O percurso “rocambolesco” do Grande Panorama de Lisboa

No século XIX, o marquês de Sousa Holstein, vice-inspetor da Academia de Belas Artes de Lisboa, tentou adquirir objetos de várias artes para formar um “museu central”. Entre esses objectos estava o Grande Panorama de Lisboa, um painel de azulejos com 23 metros de comprimento. Hugo Xavier, investigador da NOVA FCSH, relata o longo e curioso percurso desta obra para chegar a mais do que um destino.

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Cinema em Lisboa: primeiro foi no “teatro-circo”

A relação das salas de cinema com a natureza das artes nem sempre foi tão clara como agora. As primeiras projeções cinematográficas em Lisboa foram feitas em recintos que tanto acolhiam peças de teatro como espetáculos de circo.

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As primeiras faianças de Lisboa

A mais antiga prova documental do fabrico de faiança em Lisboa data de 1565. A cidade tinha dois grandes centros de produção, nas zonas oriental e ocidental.

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Cidade guiada: um filme e uma reflexão sobre o turismo de Lisboa

Uma tese de mestrado em Antropologia da NOVA FCSH deu origem ao filme “Cidade Guiada” –  um olhar sobre a revalorização do centro de Lisboa através do turismo.

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A herança grega do Teatro Romano de Lisboa

As ruínas do Teatro Romano de Lisboa testemunham a própria evolução do espaço cénico, desde os tempos gregos à apropriação romana. 

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O testemunho industrial e cultural da Graça

O encanto da Graça esconde-se em cada canto dos seus pátios e vilas operárias, testemunhos de um património industrial que deve ser recordado pelos locais e apreciado pelos turistas.

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Da janela à rua…

Em 1970, “Da janela à rua” era título frequente na página 4 do Diário de Notícias, a página ‘das desgraças’. Apresentava muitas notícias de letra miudinha, em contraste com a publicidade. Notícias descarnadas, em registo factual e fatalista.

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Recordar o Tarrafal no Museu do Aljube

Um dos campos de prisioneiros mais representativos da repressão do Estado Novo, a prisão do Tarrafal, em Cabo Verde, foi recordado na antiga prisão do Aljube, hoje Museu, por ex-presos políticos, artistas e historiadores da NOVA FCSH.

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Comparar Alfama em dois momentos do seu presente

O workshop “O Bairro de Alfama na Antropologia Portuguesa Contemporânea”  conciliou investigação realizada há mais de uma década com dados obtidos por alunos da NOVA FCSH no final de 2014. 

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