Beato e Marvila – uma proposta de regeneração urbana para as zonas esquecidas da frente ribeirinha oriental

Um dos melhores exemplos de regeneração urbana em Lisboa foi a do Parque das Nações. Contudo, mesmo ao lado, outras áreas da zona ribeirinha oriental, como Beato e Marvila, permaneceram esquecidas. Uma tese de mestrado em Gestão do Território da NOVA FCSH avança com uma proposta para colocá-las novamente no mapa.

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Viver no Parque das Nações – uma “marca” de residência

Condições do espaço público, características da habitação e prestígio social do Parque das Nações. Uma tese de doutoramento revela as motivações que levaram os seus residentes a eleger este bairro para viver.

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Parque das Nações: como uma área marginalizada se converteu numa montra da cidade

A intervenção urbana no âmbito da Expo’98 foi excecional: uma zona industrial, quase desativada e de casas envelhecidas, foi transformada num complexo de lazer, escritórios e habitação de alta qualidade. O Parque das Nações resulta de um fenómeno apelidado de “gentrificação por nova construção”.

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Lisboa no cinema americano da II Guerra Mundial

No início dos anos de 1940, Hollywood colocou Lisboa no seu cinema. Um historiador da FCSH/NOVA traça o retrato da capital que aí aparece: lugar de passagem para refugiados, palco para espionagem e paraíso seguro em tempos de guerra.  

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Cenário do movimento operário lisboeta no século XIX

Em 1890, Lisboa acolhia 15.349 operários, que se distribuíam por 259 fábricas. Têxteis e tabacos eram os setores com maior número de empregados.

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Uma fábrica de diamantes na modernização de Lisboa

Pelas instalações que acolhem hoje a RTP e que foram sede da Parque Expo-98 entre 1993 e 1998 passaram diamantes por lapidar.

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Retrato de uma Marvila nostálgica

Em 1960, Marvila era local de indústria e residência de famílias operárias, que migravam dos campos. Hoje, a sua descaracterização e desvalorização face ao potencial cultural e humano da cidade de Lisboa são reveladoras de “um incerto fado urbano”.

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Azulejaria Arte Nova em Lisboa

Avenidas Novas, Arroios, Xabregas, Alcântara, Lapa e Campo de Ourique foram, nos princípios do século XX, os principais cenários da azulejaria artenoviana.

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Arte pública em Lisboa: o encontro do lugar com a escultura na segunda metade do século XX

Foi apenas a partir dos anos de 1970 que a escultura começou a ser pensada e criada em função do espaço urbano que iria ocupar. Nasciam assim as primeiras peças de arte pública em Lisboa numa simbiose com o meio.

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Conhecer Lisboa antiga com vista para o Tejo

Sabia que, quando foi construída a Estação de Santa Apolónia, as águas do Tejo tocavam na sua parede lateral? Esta é uma das curiosidades mostradas numa exposição da Câmara Municipal de Lisboa em colaboração com a NOVA FCSH, que retratou 160 anos de transformações na frente ribeirinha.

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