“Doblada de amor”: homenagem a Violeta Parra na NOVA FCSH

Em comemoração dos cem anos de nascimento de Violeta Parra, o poeta Raúl Zurita presta homenagem a esta cantora de resistência hoje, 29 de junho, às 17h, na NOVA FCSH, num evento integrado na programação de Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017. São vozes chilenas que ecoam em conferência e concerto abertos à cidade.

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“Não toquem na minha Alfama” – segredos de uma marcha popular vencedora

Alfama está “cheia de gente”, afirmava Nuno Lopes, encenador e figurinista da Marcha de Alfama, em março de 2017. Gente “passageira”, pessoas de fora que expulsam as de dentro. Esse foi o conceito que norteou a participação deste bairro no concurso de Marchas Populares de Lisboa em junho, do qual se sagrou vencedor. Futuras antropólogas da NOVA FCSH estiveram no terreno a descobrir os segredos da face espetacular da marcha – os figurinos.

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Expressões populares com origem em Lisboa

Sabe como nasceu a expressão “cair o Carmo e a Trindade”? Ao longo dos séculos, a língua portuguesa tem vindo a colecionar dizeres populares.  Três deles tiveram origem em locais lisboetas com topónimos femininos.

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Constança Capdeville: uma notável no ensino e criação de música em Lisboa

Constança Capdeville

No ano do seu 80.º aniversário, o Departamento de Ciências Musicais da NOVA FCSH presta homenagem a Constança Capdeville. O FCSH +Lisboa recorda a sua ligação à cidade de Lisboa.

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“Em Lisboa, sobre o mar”: uma homenagem à cidade e aos seus poetas

Pousa-se o olhar sobre as colinas de Lisboa com Manuel Alegre, caminha-se pela Sé com Ana Hatherly e canta-se no Terreiro do Paço com Vasco Graça Moura. No Dia do Autor Português, recorda-se a antologia poética que celebra a paisagem literária de Lisboa.

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Seis Marias que fizeram nascer o Bairro da Cruz Vermelha

Um ‘engano’ e uma campanha de angariação de fundos fizeram surgir o Bairro da Cruz Vermelha, inaugurado em 1966. No centro, estão seis Marias da Secção Auxiliar Feminina da Cruz Vermelha Portuguesa, que pediram aos microfones da RTP “nem que fosse um escudo” para construir habitações a quem tinha ficado sem elas.

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Fé no feminino: santas e mártires nas ruas de Lisboa

Da Rua de Santa Justa à Rua de Santa Catarina, a toponímia de Lisboa esconde histórias de nove mulheres que, perante as mais desumanas adversidades, não desistiram da sua fé.

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Mães e filhas destacam-se em palcos e na toponímia lisboeta

Sabia que duas mães e duas filhas que partilharam o palco na primeira metade do século XX têm hoje os seus nomes inscritos em ruas da capital? 

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Mulheres jornalistas em ruas de Lisboa

Destacaram-se na imprensa entre os séculos XVIII e XX e são hoje recordadas em 13 ruas de Lisboa. Foram mulheres jornalistas num tempo em não era fácil ser mulher nem jornalista. 

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Maria Lamas: uma vida de luta pelos direitos das mulheres

Nasceu no período da monarquia, viveu durante a Primeira República e o Estado Novo e morreu depois do 25 de abril, em 1983. Foi uma personalidade marcante pelo seu papel enquanto ativista a favor das causas feministas e dá nome a rua perto das Portas de Benfica.

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A Lisboa das Mulheres

Durante quase uma década (1999-2008), a revista Faces de Eva, da NOVA FCSH, organizou por freguesias a toponímia no feminino da cidade: de bairros e avenidas a praças e becos. A série “Lisboa no feminino” conta as histórias que esses nomes revelam.

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Revisitar Lisboa: novos estudos e novos olhares

Novos Estudos & Novos Olhares sobre a Cidade: Lisboa do Terramoto à Revolução de Abril

Que espaços e que grupos sociais foram mais relevantes na cidade nos séculos XIX e XX, histórica e socialmente? Este é um dos pontos de partida para um ciclo de conferências sobre a evolução da cidade de Lisboa, numa iniciativa do Instituto de História Contemporânea com o apoio da União das Associações de Comércio e Serviços.

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Uma Lisboa que nunca saiu do papel

A Praça do Comércio sem o Cais das Colunas, a Estação de Sta. Apolónia ladeada por um Hilton megalómano ou uma autoestrada no Parque Eduardo VII são projetos que, em algum ponto da História, foram considerados para a cidade. É isso que nos mostra a exposição “A Lisboa que teria sido”, com a curadoria de Raquel Henriques da Silva, da NOVA FCSH.

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