Jardim de São Pedro de Alcântara – de palco de suicídios a quase símbolo da Lisboa romântica

O gradeamento que circunda ainda hoje o jardim veio diretamente do Palácio da Inquisição do Rossio, em 1864, para diminuir a tentação do salto. O miradouro de São Pedro de Alcântara era uma “fábrica de suicídios”, que desafiava a desejada identidade romântica do espaço.

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Há música militar nos azulejos de Lisboa

Sabia que um dos maiores conjuntos de azulejos com representações de música militar se encontra no Palácio Fronteira, em Lisboa? Luzia Rocha, investigadora da NOVA FCSH, identificou mais de 30 motivos nos painéis que revestem a Sala das Batalhas.

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Graffiti no Bairro Alto: problema urbano ou obra de arte coletiva?

No início do século XXI, o Bairro Alto parecia uma galeria a céu aberto de graffiters. Enquanto o poder público tentava limpar a “sujidade” das paredes do bairro, um investigador da NOVA FCSH associou-a a um dos maiores movimentos artísticos do século XX.

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Os painéis de Almada que o Estado Novo quis apagar

O que Almada Negreiros pintou nas gares marítimas de Lisboa desafiou a imagem mitificada do Portugal salazarista. As objeções estéticas colocadas ao mais alto nível não disfarçaram a desconfiança política, revela uma investigação em História da Arte da NOVA FCSH.

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O percurso “rocambolesco” do Grande Panorama de Lisboa

No século XIX, o marquês de Sousa Holstein, vice-inspetor da Academia de Belas Artes de Lisboa, tentou adquirir objetos de várias artes para formar um “museu central”. Entre esses objectos estava o Grande Panorama de Lisboa, um painel de azulejos com 23 metros de comprimento. Hugo Xavier, investigador da NOVA FCSH, relata o longo e curioso percurso desta obra para chegar a mais do que um destino.

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Almada Negreiros: o modernista que criou duas vezes o ícone de Pessoa

Rosto esguio, óculos redondos e bigode mínimo. Em 1954, Almada Negreiros executa O Retrato de Fernando Pessoa para o restaurante Irmãos Unidos, na Praça do Rossio, n.º 110, frequentado pelos colaboradores da célebre revista Orpheu. O quadro tornou-se o ícone de Pessoa e da modernidade em Almada.

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“Partir da viola” para entender o lugar de Amadeo de Souza-Cardoso na revista Orpheu

Trou de la Serrure Parto da Viola Bon ménage Fraise Avant-garde é o extenso título de um quadro de Amadeo de Souza-Cardoso. Fez parte da exposição individual na Liga Naval de Lisboa, em 1916, agora evocada pelo Museu do Chiado até 24 de fevereiro de 2017. É também o mote para Marta Soares, investigadora da NOVA FCSH e uma das curadoras da atual exposição, discutir o lugar de Amadeo na revista modernista Orpheu.  

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Portas de Santo Antão: em busca dos notáveis

É pequena em extensão – percorre-se em poucos minutos – mas gigante na diversidade. Neste roteiro, procuramos os notáveis de outros tempos. Uns permanecem. Outros são histórias em ruínas.

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Alexandre O’Neill e o Grupo Surrealista de Lisboa

É apontado como o fundador do movimento surrealista português em finais dos anos de 1940. Tudo começou no café “A Cubana”, que ocupava o prédio da Avenida da República, 37.

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As primeiras faianças de Lisboa

A mais antiga prova documental do fabrico de faiança em Lisboa data de 1565. A cidade tinha dois grandes centros de produção, nas zonas oriental e ocidental.

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Azulejos com música na Mouraria

O antigo Colégio dos Meninos Órfãos, situado na Rua da Mouraria, n.º 64, nas traseiras do Centro Comercial da Mouraria, esconde no seu interior painéis de azulejos do século XVIII com motivos musicais.

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Horta do Baldio no Campo Pequeno – cenário de arte experimental

No centro de Lisboa, entre a estação ferroviária de Entrecampos e as traseiras da praça de touros do Campo Pequeno, há uma horta que, além de legumes, cultiva arte.

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O legado cosmopolita do Palácio Vilalva

Construído entre 1859 e 1866 por José Maria Eugénio de Almeida, um dos homens mais ricos da época, o Palácio Vilalva reflete as tendências da arquitetura de interiores de capitais do Norte da Europa.

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Arte colonial no Patriarcado de Lisboa

A arte colonial portuguesa (objetos artísticos híbridos resultantes da experiência ultramarina portuguesa) tem sido trabalhada no âmbito das coleções nacionais e da história das instituições museológicas que as conservam. Investigadora da NOVA FCSH avança com uma proposta.

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