Seis Marias que fizeram nascer o Bairro da Cruz Vermelha

Um ‘engano’ e uma campanha de angariação de fundos fizeram surgir o Bairro da Cruz Vermelha, inaugurado em 1966. No centro, estão seis Marias da Secção Auxiliar Feminina da Cruz Vermelha Portuguesa, que pediram aos microfones da RTP “nem que fosse um escudo” para construir habitações a quem tinha ficado sem elas.

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Mulheres jornalistas em ruas de Lisboa

Destacaram-se na imprensa entre os séculos XVIII e XX e são hoje recordadas em 13 ruas de Lisboa. Foram mulheres jornalistas num tempo em não era fácil ser mulher nem jornalista. 

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O 25 de abril nas páginas do Diário de Lisboa

“O Movimento das Forças Armadas prosseguirá na sua ação libertadora” era o título em parangonas da segunda edição do Diário de Lisboa, no dia 25 de abril. A cobertura do vespertino ficou marcada pela ingenuidade e pelo deslumbramento, descreve uma investigadora da FCSH/NOVA.

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Maria Lamas: uma vida de luta pelos direitos das mulheres

Nasceu no período da monarquia, viveu durante a Primeira República e o Estado Novo e morreu depois do 25 de abril, em 1983. Foi uma personalidade marcante pelo seu papel enquanto ativista a favor das causas feministas e dá nome a rua perto das Portas de Benfica.

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Virgínia Quaresma: uma jornalista feminista que deu voz ao feminismo

Foi a primeira mulher a exercer a profissão de jornalista em Portugal. Integrou as redações de dois influentes jornais lisboetas e fez parte do primeiro movimento feminista português. O seu legado permanece numa rua de Belém, como símbolo de jornalismo, liberdade e igualdade no feminino.

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Cinema e televisão articulados na visita de Isabel II a Lisboa

A rainha Isabel II de Inglaterra visitou Lisboa e outros pontos do país em fevereiro de 1957, a poucos dias do arranque das emissões televisivas regulares, a 7 de março. Uma investigação em Ciências da Comunicação revela preocupações políticas e técnicas para o êxito da sua cobertura.

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Da distração à revolução: o despertar de uma nova rádio

Lembra-se dos Parodiantes de Lisboa? E de Simplesmente Maria? Nos anos de 1950 a 1970, são exemplos de um modelo que marcou a programação e o quotidiano dos lisboetas, antes de dar lugar a um novo papel da rádio: o de informar e derrubar o regime.

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O estigma do Casal Ventoso: paradigma de uma maleita social

Cenário de vários estigmas, o Casal Ventoso é retratado negativamente desde a sua origem e não apenas pelo olhar dos media atuais.

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Diário de Notícias: a monomania de Eduardo Coelho

Um homem (Eduardo Coelho) sonhou, outro (Tomás Quintino) financiou e o Diário de Notícias nasceu. Em 1864, o novo jornal instalava-se na rua do Bairro Alto que hoje leva o seu nome, mas os tempos de glória correspondem à mudança para a sede na Avenida da Liberdade.

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Bairro Alto, coração do jornalismo lisboeta

Um longo capítulo da história do jornalismo português escreveu-se no Bairro Alto. Jornais sedeados em antigos palácios conviveram quase um século com “folhas” partidárias, instaladas em vãos de escada com escadarias decrépitas.

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Os indigentes de Lisboa pelo olhar da imprensa do século XX

As primeiras décadas do século XX, marcadas pelo progresso e pela consolidação do conceito de família, colocam à margem os “pobres”, caracterizados não só pelo nível de recursos, mas, sobretudo, pela exclusão social.

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Drama em prédio das Avenidas Novas

Aconteceu onde não era suposto acontecer, e foi manchete no Diário de Notícias: o abandono de uma criança na escada de um prédio da Avenida Defensores de Chaves.  Uma cobertura sensacionalista de um circunspecto jornal.

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Carta de leitor alerta para destruição do património lisboeta

O texto publicado no Diário de Notícias em 2007 chamava a atenção para a demolição de uma moradia modernista projetada por Cassiano Branco (1897-1970) em Lisboa.

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Perfil linguístico da Gazeta de Lisboa

A Gazeta de Lisboa, precursora do Diário da República, foi o principal periódico de informação política portuguesa entre 1715 e 1820. Um livro que resulta de um pós- doutoramento da FCSH/NOVA traça o seu retrato linguístico.

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Da janela à rua…

Em 1970, “Da janela à rua” era título frequente na página 4 do Diário de Notícias, a página ‘das desgraças’. Apresentava muitas notícias de letra miudinha, em contraste com a publicidade. Notícias descarnadas, em registo factual e fatalista.

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