A quem pertenceu este palácio da Calçada do Combro?

O edifício que é hoje sede da Junta de Freguesia da Misericórdia, na Calçada do Combro, é geralmente associado à família Figueiredo Cabral de Câmara, senhores de Belmonte. Porém, Isabel Mendonça, investigadora da FCSH/NOVA, descobriu um equívoco nesta ligação e revela ainda quem contribuiu para a riqueza do seu interior.

Siga e partilhe:
20

Alfama: o bairro histórico que resistiu ao século XIX

Enfermos, insalubres, incómodos. Numa época em que as ruas se queriam largas e arejadas, era assim que as elites e o poder municipal lisboeta viam os bairros antigos de Lisboa. De todos eles, Alfama foi o mais visado por críticas e planos de modernização, que só não o modificaram irremediavelmente por falta de fundos e de vontade política.

Siga e partilhe:
20

Jardim de São Pedro de Alcântara – de palco de suicídios a quase símbolo da Lisboa romântica

O gradeamento que circunda ainda hoje o jardim veio diretamente do Palácio da Inquisição do Rossio, em 1864, para diminuir a tentação do salto. O miradouro de São Pedro de Alcântara era uma “fábrica de suicídios”, que desafiava a desejada identidade romântica do espaço.

Siga e partilhe:
20

No coração de Lisboa – percurso literário

A zona que é considerada por excelência o coração da cidade é também o centro do imaginário literário. Este percurso traça a história de Lisboa, do século XIX até à atualidade, através dos seus escritores.

Siga e partilhe:
20

Cemitério dos Prazeres: a cidade dos mortos a muros com a dos vivos

Os novos espaços funerários do século XIX começaram por acolher sepulturas individuais mas depressa os jazigos se tornaram casas simbólicas que imortalizam, deixando marca no espaço e no tempo. O Cemitério dos Prazeres tem mais de sete mil.

Siga e partilhe:
20

LX Conventos: histórias das casas religiosas de Lisboa

Em 1834, existiam cerca de 100 casas religiosas em Lisboa. Decretada a extinção das ordens religiosas a 30 de maio desse ano, esses edifícios conheceram diferentes destinos.

Siga e partilhe:
20

De que se morria em Lisboa entre os séculos XVI e XIX?

Os índices de mortalidade quotidiana na Lisboa moderna eram elevados – cerca de 30 por cada mil pessoas anualmente –, mas a cidade continuava a crescer devido aos intensos fluxos migratórios. A morte chegava a todos. Porém, de forma desigual. 

Siga e partilhe:
20

A história atribulada do Convento das Inglesinhas

Um incêndio arrasador e um texto difamatório marcaram os primeiros anos da estadia em Lisboa de religiosos da Ordem de Sião, expulsos de Inglaterra por Henrique VIII. Um artigo de Rogério Miguel Puga, investigador da FCSH/NOVA, desvenda a história do primeiro convento inglês a estabelecer-se em Portugal.

Siga e partilhe:
20

Mulheres jornalistas em ruas de Lisboa

Destacaram-se na imprensa entre os séculos XVIII e XX e são hoje recordadas em 13 ruas de Lisboa. Foram mulheres jornalistas num tempo em não era fácil ser mulher nem jornalista. 

Siga e partilhe:
20

E fez-se luz na noite lisboeta

A instalação de iluminação no século XIX foi pensada como uma medida de segurança comunitária, mas acabou por alargar as horas de ócio e cultura, fazendo efervescer uma nova faceta da cidade: a da Lisboa boémia.

Siga e partilhe:
20

Graça em estado de graça

Diz-se que é uma das zonas mais ricas em edifícios de tipologia operária – conhecidos como vilas operárias –, solução encontrada pela cidade para acolher os trabalhadores fabris vindos de todo o país, mas é muito mais do que isso. Descubra neste roteiro uma outra Graça, onde figuras literárias, fado e outras teias de cultura se cosem com a apertada malha urbana.

Siga e partilhe:
20

O imposto sobre as janelas de Lisboa

Em passeios por Lisboa, é usual ver um ou outro prédio mais antigo com as janelas emparedadas. Esta opção não revela uma decisão estética de mau gosto, mas um imposto que vigorou no século XIX.

Siga e partilhe:
20

Teatro em Lisboa: a revolução oitocentista

Sinónimo de educação e uma arma contra os “malefícios da taberna”, o teatro nacional viveu no século XIX uma das maiores reformas nacionais, em particular no cenário lisboeta.

Siga e partilhe:
20

O percurso “rocambolesco” do Grande Panorama de Lisboa

No século XIX, o marquês de Sousa Holstein, vice-inspetor da Academia de Belas Artes de Lisboa, tentou adquirir objetos de várias artes para formar um “museu central”. Entre esses objectos estava o Grande Panorama de Lisboa, um painel de azulejos com 23 metros de comprimento. Hugo Xavier, investigador da FCSH/NOVA, relata o longo e curioso percurso desta obra para chegar a mais do que um destino.

Siga e partilhe:
20