Teatro em Lisboa: a revolução oitocentista

Sinónimo de educação e uma arma contra os “malefícios da taberna”, o teatro nacional viveu no século XIX uma das maiores reformas nacionais, em particular no cenário lisboeta.

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O percurso “rocambolesco” do Grande Panorama de Lisboa

No século XIX, o marquês de Sousa Holstein, vice-inspetor da Academia de Belas Artes de Lisboa, tentou adquirir objetos de várias artes para formar um “museu central”. Entre esses objectos estava o Grande Panorama de Lisboa, um painel de azulejos com 23 metros de comprimento. Hugo Xavier, investigador da NOVA FCSH, relata o longo e curioso percurso desta obra para chegar a mais do que um destino.

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Revisitar Lisboa: novos estudos e novos olhares

Novos Estudos & Novos Olhares sobre a Cidade: Lisboa do Terramoto à Revolução de Abril

Que espaços e que grupos sociais foram mais relevantes na cidade nos séculos XIX e XX, histórica e socialmente? Este é um dos pontos de partida para um ciclo de conferências sobre a evolução da cidade de Lisboa, numa iniciativa do Instituto de História Contemporânea com o apoio da União das Associações de Comércio e Serviços.

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Cinema em Lisboa: primeiro foi no “teatro-circo”

A relação das salas de cinema com a natureza das artes nem sempre foi tão clara como agora. As primeiras projeções cinematográficas em Lisboa foram feitas em recintos que tanto acolhiam peças de teatro como espetáculos de circo.

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Cinema em Lisboa: como tudo começou

Foi no dia 18 de junho de 1896, às 20h45, que o animatógrafo se estreou no Real Coliseu de Lisboa, na Rua da Palma. As atenções dividiram-se entre a “fotografia viva” e a “última maravilha da técnica”.

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Nossa Senhora das Dores: um convento mesmo ao lado da NOVA FCSH

Quem passa pela Avenida de Berna, junto à cerca do Hospital Curry Cabral, não imagina que esse muro delimitou um convento oitocentista.

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Combate às epidemias: a transformação urbana de Lisboa

As crises epidémicas de cólera e febre amarela provocam, entre 1856 e 1857, a morte de seis mil lisboetas, levando à transformação urbana de Lisboa em prol do novo conceito de saúde pública.

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Portas de Santo Antão: em busca dos notáveis

É pequena em extensão – percorre-se em poucos minutos – mas gigante na diversidade. Neste roteiro, procuramos os notáveis de outros tempos. Uns permanecem. Outros são histórias em ruínas.

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Notáveis das Portas de Santo Antão: Ateneu Comercial de Lisboa

Aproveitando o tricentenário da morte de Luís de Camões, um grupo de comerciantes funda em 1880 o Ateneu Comercial de Lisboa para democratizar o acesso à cultura e ao ensino. Hoje, a associação luta pela sobrevivência.

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Diário de Notícias: a monomania de Eduardo Coelho

Um homem (Eduardo Coelho) sonhou, outro (Tomás Quintino) financiou e o Diário de Notícias nasceu. Em 1864, o novo jornal instalava-se na rua do Bairro Alto que hoje leva o seu nome, mas os tempos de glória correspondem à mudança para a sede na Avenida da Liberdade.

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Bairro Alto, coração do jornalismo lisboeta

Um longo capítulo da história do jornalismo português escreveu-se no Bairro Alto. Jornais sedeados em antigos palácios conviveram quase um século com “folhas” partidárias, instaladas em vãos de escada com escadarias decrépitas.

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Notáveis das Portas de Santo Antão: a Sociedade de Geografia

Criada em 1875 com o fim de promover e auxiliar o estudo e progresso das ciências geográficas e correlativas em Portugal, a Sociedade de Geografia de Lisboa trouxe à Rua das Portas de Santo Antão o prestígio de uma instituição científica, lado a lado com os espetáculos populares do Coliseu.

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Notáveis das Portas de Santo Antão: o Coliseu dos Recreios

Inaugurado em 1890, o Coliseu dos Recreios veio colmatar a necessidade de uma grande casa de espetáculos no centro da cidade. A primeira obra apresentada foi uma opereta cómica mas, antes disso, outro acontecimento reuniu a atenção de todos os lisboetas: a colocação da cúpula em ferro e vidro, importada da Alemanha.

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Estreias “não tão absolutas” nos primeiros 50 anos do Teatro Nacional de São Carlos

As premieres mundiais ou, em português, “estreias absolutas” anunciadas pelo Teatro Nacional de São Carlos nos seus primeiros 50 anos têm um padrão: nem sempre aconteceram.

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