Beato e Marvila – uma proposta de regeneração urbana para as zonas esquecidas da frente ribeirinha oriental

Um dos melhores exemplos de regeneração urbana em Lisboa foi a do Parque das Nações. Contudo, mesmo ao lado, outras áreas da zona ribeirinha oriental, como Beato e Marvila, permaneceram esquecidas. Uma tese de mestrado em Gestão do Território da NOVA FCSH avança com uma proposta para colocá-las novamente no mapa.

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Parque das Nações: como uma área marginalizada se converteu numa montra da cidade

A intervenção urbana no âmbito da Expo’98 foi excecional: uma zona industrial, quase desativada e de casas envelhecidas, foi transformada num complexo de lazer, escritórios e habitação de alta qualidade. O Parque das Nações resulta de um fenómeno apelidado de “gentrificação por nova construção”.

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Mercado livreiro lisboeta no início do século XX: o lugar da religião

Nos primeiros anos do século XX, existiam em Lisboa cerca de 60 livrarias, das quais dois terços acumulavam a edição. O livro religioso era parte integrante da oferta, que se concentrava na função social da religião e do cristão.  

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Primeiros dormitórios de Lisboa: o olhar fulminante da imprensa

Nos anos de 1950, viviam em Lisboa e arredores mais de um milhão de habitantes. Até 1981, o número duplicou. Os dormitórios, zonas entre o campo e a cidade que acolheram estes novos habitantes, eram associados a lugares abandonados e sem vida. Amadora foi o principal alvo da imprensa.

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A quem pertenceu este palácio da Calçada do Combro?

O edifício que é hoje sede da Junta de Freguesia da Misericórdia, na Calçada do Combro, é geralmente associado à família Figueiredo Cabral de Câmara, senhores de Belmonte. Porém, Isabel Mendonça, investigadora da NOVA FCSH, descobriu um equívoco nesta ligação e revela ainda quem contribuiu para a riqueza do seu interior.

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Alfama: o bairro histórico que resistiu ao século XIX

Enfermos, insalubres, incómodos. Numa época em que as ruas se queriam largas e arejadas, era assim que as elites e o poder municipal lisboeta viam os bairros antigos de Lisboa. De todos eles, Alfama foi o mais visado por críticas e planos de modernização, que só não o modificaram irremediavelmente por falta de fundos e de vontade política.

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Constança Capdeville: uma notável no ensino e criação de música em Lisboa

Constança Capdeville

No ano do seu 80.º aniversário, o Departamento de Ciências Musicais da NOVA FCSH presta homenagem a Constança Capdeville. O FCSH +Lisboa recorda a sua ligação à cidade de Lisboa.

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No coração de Lisboa – percurso literário

A zona que é considerada por excelência o coração da cidade é também o centro do imaginário literário. Este percurso traça a história de Lisboa, do século XIX até à atualidade, através dos seus escritores.

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Cemitério dos Prazeres: a cidade dos mortos a muros com a dos vivos

Os novos espaços funerários do século XIX começaram por acolher sepulturas individuais mas depressa os jazigos se tornaram casas simbólicas que imortalizam, deixando marca no espaço e no tempo. O Cemitério dos Prazeres tem mais de sete mil.

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O que é que há em Lisboa? O barco para a América

Durante a II Guerra Mundial, Lisboa acolheu milhares de refugiados de passagem para apanhar o barco que os levaria ao destino final. Alfred Döblin, escritor alemão de origem judaica, também passou pela capital, que descreveu como a “boia de salvação” no seu diário de viagem.

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Seis Marias que fizeram nascer o Bairro da Cruz Vermelha

Um ‘engano’ e uma campanha de angariação de fundos fizeram surgir o Bairro da Cruz Vermelha, inaugurado em 1966. No centro, estão seis Marias da Secção Auxiliar Feminina da Cruz Vermelha Portuguesa, que pediram aos microfones da RTP “nem que fosse um escudo” para construir habitações a quem tinha ficado sem elas.

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Mulheres jornalistas em ruas de Lisboa

Destacaram-se na imprensa entre os séculos XVIII e XX e são hoje recordadas em 13 ruas de Lisboa. Foram mulheres jornalistas num tempo em não era fácil ser mulher nem jornalista. 

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Ensinar jazz nos anos de 1970: a criação da escola do Hot Clube de Portugal

A criação da primeira escola de jazz do país foi fomentada pela necessidade de profissionalizar os músicos e de fazer chegar o jazz a mais públicos, mas acabou por afirmar-se também como um novo modelo de ensino, alternativo ao do conservatório.

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O 25 de abril nas páginas do Diário de Lisboa

“O Movimento das Forças Armadas prosseguirá na sua ação libertadora” era o título em parangonas da segunda edição do Diário de Lisboa, no dia 25 de abril. A cobertura do vespertino ficou marcada pela ingenuidade e pelo deslumbramento, descreve uma investigadora da NOVA FCSH.

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