A quem pertenceu este palácio da Calçada do Combro?

O edifício que é hoje sede da Junta de Freguesia da Misericórdia, na Calçada do Combro, é geralmente associado à família Figueiredo Cabral de Câmara, senhores de Belmonte. Porém, Isabel Mendonça, investigadora da FCSH/NOVA, descobriu um equívoco nesta ligação e revela ainda quem contribuiu para a riqueza do seu interior.

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Alfama: o bairro histórico que resistiu ao século XIX

Enfermos, insalubres, incómodos. Numa época em que as ruas se queriam largas e arejadas, era assim que as elites e o poder municipal lisboeta viam os bairros antigos de Lisboa. De todos eles, Alfama foi o mais visado por críticas e planos de modernização, que só não o modificaram irremediavelmente por falta de fundos e de vontade política.

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Constança Capdeville: uma notável no ensino e criação de música em Lisboa

Constança Capdeville

No ano do seu 80.º aniversário, o Departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA presta homenagem a Constança Capdeville. O FCSH +Lisboa recorda a sua ligação à cidade de Lisboa.

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No coração de Lisboa – percurso literário

A zona que é considerada por excelência o coração da cidade é também o centro do imaginário literário. Este percurso traça a história de Lisboa, do século XIX até à atualidade, através dos seus escritores.

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Cemitério dos Prazeres: a cidade dos mortos a muros com a dos vivos

Os novos espaços funerários do século XIX começaram por acolher sepulturas individuais mas depressa os jazigos se tornaram casas simbólicas que imortalizam, deixando marca no espaço e no tempo. O Cemitério dos Prazeres tem mais de sete mil.

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O que é que há em Lisboa? O barco para a América

Durante a II Guerra Mundial, Lisboa acolheu milhares de refugiados de passagem para apanhar o barco que os levaria ao destino final. Alfred Döblin, escritor alemão de origem judaica, também passou pela capital, que descreveu como a “boia de salvação” no seu diário de viagem.

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Seis Marias que fizeram nascer o Bairro da Cruz Vermelha

Um ‘engano’ e uma campanha de angariação de fundos fizeram surgir o Bairro da Cruz Vermelha, inaugurado em 1966. No centro, estão seis Marias da Secção Auxiliar Feminina da Cruz Vermelha Portuguesa, que pediram aos microfones da RTP “nem que fosse um escudo” para construir habitações a quem tinha ficado sem elas.

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Mulheres jornalistas em ruas de Lisboa

Destacaram-se na imprensa entre os séculos XVIII e XX e são hoje recordadas em 13 ruas de Lisboa. Foram mulheres jornalistas num tempo em não era fácil ser mulher nem jornalista. 

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Ensinar jazz nos anos de 1970: a criação da escola do Hot Clube de Portugal

A criação da primeira escola de jazz do país foi fomentada pela necessidade de profissionalizar os músicos e de fazer chegar o jazz a mais públicos, mas acabou por afirmar-se também como um novo modelo de ensino, alternativo ao do conservatório.

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O 25 de abril nas páginas do Diário de Lisboa

“O Movimento das Forças Armadas prosseguirá na sua ação libertadora” era o título em parangonas da segunda edição do Diário de Lisboa, no dia 25 de abril. A cobertura do vespertino ficou marcada pela ingenuidade e pelo deslumbramento, descreve uma investigadora da FCSH/NOVA.

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Maria Lamas: uma vida de luta pelos direitos das mulheres

Nasceu no período da monarquia, viveu durante a Primeira República e o Estado Novo e morreu depois do 25 de abril, em 1983. Foi uma personalidade marcante pelo seu papel enquanto ativista a favor das causas feministas e dá nome a rua perto das Portas de Benfica.

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Graça em estado de graça

Diz-se que é uma das zonas mais ricas em edifícios de tipologia operária – conhecidos como vilas operárias –, solução encontrada pela cidade para acolher os trabalhadores fabris vindos de todo o país, mas é muito mais do que isso. Descubra neste roteiro uma outra Graça, onde figuras literárias, fado e outras teias de cultura se cosem com a apertada malha urbana.

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Natália Correia: todas as personalidades num botequim

Nos anos de 1970 e 1980, passaram pelo no n.º 79 do Largo da Graça, no rés-do-chão da Vila Sousa, algumas das personalidades mais relevantes das artes e letras portuguesas. Mas a maior delas seria talvez a anfitriã.

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Lisboa, cidade de loureiros

Sabia que o cheiro e as formas do loureiro, uma das primeiras árvores avistadas por aqueles que atracavam no porto de Lisboa, inspiraram viajantes do século XIX e inícios do século XX? Nesse tempo, houve quem a contrastasse com a poluída e industrial capital britânica.

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