Um olhar urbanístico sobre bairros sustentáveis (I parte) – Alvalade

Alvalade (1945), Olivais-Sul (1960) e Telheiras-Sul (1974) são referências de bairros que integraram equipamentos coletivos nos seus planos urbanísticos. O resultado foi uma autonomia e melhor qualidade de vida para quem lá reside. Neste especial de três partes, Alvalade toma a dianteira.

Restelo – um bairro que é afinal um palco de ensaios de bairros

Foi eleito o melhor bairro de Lisboa para se viver em 2012, os moradores gostam de ser associados à zona e foi um dos locais de preferência dos arquitetos para viver e trabalhar. Contudo, uma tese de doutoramento em História Contemporânea da NOVA FCSH contraria a própria denominação do Restelo como bairro.

Beato e Marvila – uma proposta de regeneração urbana para as zonas esquecidas da frente ribeirinha oriental

Um dos melhores exemplos de regeneração urbana em Lisboa foi a do Parque das Nações. Contudo, mesmo ao lado, outras áreas da zona ribeirinha oriental, como Beato e Marvila, permaneceram esquecidas. Uma tese de mestrado em Gestão do Território da NOVA FCSH avança com uma proposta para colocá-las novamente no mapa.

Como veem os reclusos a sua “casa” de Monsanto?

O Estabelecimento Prisional de Monsanto, única prisão portuguesa com segurança máxima, tem uma arquitetura redonda semelhante ao modelo panótico, sem vãos para o exterior nem oportunidade de reconhecer os pontos cardeais ou a orientação solar. Que repercussões tem esta estrutura fechada nos seus habitantes? Mariana Carrolo, investigadora da NOVA FCSH, pediu literalmente aos reclusos para fazerem um desenho. 

“Doblada de amor”: homenagem a Violeta Parra na NOVA FCSH

Em comemoração dos cem anos de nascimento de Violeta Parra, o poeta Raúl Zurita presta homenagem a esta cantora de resistência hoje, 29 de junho, às 17h, na NOVA FCSH, num evento integrado na programação de Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017. São vozes chilenas que ecoam em conferência e concerto abertos à cidade.

“Não toquem na minha Alfama” – segredos de uma marcha popular vencedora

Alfama está “cheia de gente”, afirmava Nuno Lopes, encenador e figurinista da Marcha de Alfama, em março de 2017. Gente “passageira”, pessoas de fora que expulsam as de dentro. Esse foi o conceito que norteou a participação deste bairro no concurso de Marchas Populares de Lisboa em junho, do qual se sagrou vencedor. Futuras antropólogas da NOVA FCSH estiveram no terreno a descobrir os segredos da face espetacular da marcha – os figurinos.

Bangladeshis em Lisboa: de vendedores ambulantes a empresários

O primeiro bangladeshi, natural da região de Sylhet, chegou a Lisboa em 1993. Terá sido por seu intermédio que outros lhe seguiram o exemplo. Começaram por trabalhar em setores desfavorecidos, mas rapidamente se tornaram empresários. Em 2008, detinham mais de 150 lojas entre o Martim Moniz, os Anjos e a Baixa lisboeta.