O arquiduque que veio a Lisboa para ser rei

Seis décadas após a Restauração da Independência, Portugal foi confrontado com uma difícil escolha: que partido tomar na Guerra de Sucessão ao trono espanhol? D.Pedro II optou por uma manobra arriscada.

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Viver no Parque das Nações – uma “marca” de residência

Condições do espaço público, características da habitação e prestígio social do Parque das Nações. Uma tese de doutoramento revela as motivações que levaram os seus residentes a eleger este bairro para viver.

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Mercado livreiro lisboeta no início do século XX: o lugar da religião

Nos primeiros anos do século XX, existiam em Lisboa cerca de 60 livrarias, das quais dois terços acumulavam a edição. O livro religioso era parte integrante da oferta, que se concentrava na função social da religião e do cristão.  

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Primeiros dormitórios de Lisboa: o olhar fulminante da imprensa

Nos anos de 1950, viviam em Lisboa e arredores mais de um milhão de habitantes. Até 1981, o número duplicou. Os dormitórios, zonas entre o campo e a cidade que acolheram estes novos habitantes, eram associados a lugares abandonados e sem vida. Amadora foi o principal alvo da imprensa.

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O que teve Hércules a ver com a Inquisição?

A ortodoxia cristã cedo se apropriou, no plano simbólico, da mitologia grega. Hércules, o herói que a espada e fogo matou a temível Hidra, servia de feição para representar a luta do bem contra o mal. Uma associação de ideias que a Inquisição portuguesa não deixou de explorar iconograficamente.

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Como veem os reclusos a sua “casa” de Monsanto?

O Estabelecimento Prisional de Monsanto, única prisão portuguesa com segurança máxima, tem uma arquitetura redonda semelhante ao modelo panótico, sem vãos para o exterior nem oportunidade de reconhecer os pontos cardeais ou a orientação solar. Que repercussões tem esta estrutura fechada nos seus habitantes? Mariana Carrolo, investigadora da NOVA FCSH, pediu literalmente aos reclusos para fazerem um desenho. 

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“Não toquem na minha Alfama” – segredos de uma marcha popular vencedora

Alfama está “cheia de gente”, afirmava Nuno Lopes, encenador e figurinista da Marcha de Alfama, em março de 2017. Gente “passageira”, pessoas de fora que expulsam as de dentro. Esse foi o conceito que norteou a participação deste bairro no concurso de Marchas Populares de Lisboa em junho, do qual se sagrou vencedor. Futuras antropólogas da NOVA FCSH estiveram no terreno a descobrir os segredos da face espetacular da marcha – os figurinos.

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Jardim de São Pedro de Alcântara – de palco de suicídios a quase símbolo da Lisboa romântica

O gradeamento que circunda ainda hoje o jardim veio diretamente do Palácio da Inquisição do Rossio, em 1864, para diminuir a tentação do salto. O miradouro de São Pedro de Alcântara era uma “fábrica de suicídios”, que desafiava a desejada identidade romântica do espaço.

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África no feminino em ruas de Lisboa

Escritoras, jornalistas, académicas, rainhas e até uma escrava. No Dia de África, saiba quem são as mulheres africanas imortalizadas por topónimos nas artérias lisboetas.

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O que é que há em Lisboa? O barco para a América

Durante a II Guerra Mundial, Lisboa acolheu milhares de refugiados de passagem para apanhar o barco que os levaria ao destino final. Alfred Döblin, escritor alemão de origem judaica, também passou pela capital, que descreveu como a “boia de salvação” no seu diário de viagem.

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Museus – há lugar para jovens?

Raramente visitam um museu, mas com os conteúdos certos poderiam fazê-lo com maior frequência. Uma tese de mestrado em Ciências da Comunicação revela, tomando como estudo de caso o Museu Gulbenkian, estratégias para tornar os museus “um lugar para se estar” para os jovens.

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De que se morria em Lisboa entre os séculos XVI e XIX?

Os índices de mortalidade quotidiana na Lisboa moderna eram elevados – cerca de 30 por cada mil pessoas anualmente –, mas a cidade continuava a crescer devido aos intensos fluxos migratórios. A morte chegava a todos. Porém, de forma desigual. 

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Seis Marias que fizeram nascer o Bairro da Cruz Vermelha

Um ‘engano’ e uma campanha de angariação de fundos fizeram surgir o Bairro da Cruz Vermelha, inaugurado em 1966. No centro, estão seis Marias da Secção Auxiliar Feminina da Cruz Vermelha Portuguesa, que pediram aos microfones da RTP “nem que fosse um escudo” para construir habitações a quem tinha ficado sem elas.

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Fé no feminino: santas e mártires nas ruas de Lisboa

Da Rua de Santa Justa à Rua de Santa Catarina, a toponímia de Lisboa esconde histórias de nove mulheres que, perante as mais desumanas adversidades, não desistiram da sua fé.

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