Conhecer Lisboa antiga com vista para o Tejo

Sabia que, quando foi construída a Estação de Santa Apolónia, as águas do Tejo tocavam na sua parede lateral? Esta é uma das curiosidades mostradas numa exposição da Câmara Municipal de Lisboa em colaboração com a NOVA FCSH, que retratou 160 anos de transformações na frente ribeirinha.

O rio, a cidade e a sua frente ribeirinha são três tópicos retratados na exposição fotográfica e documental resultante do projeto “Maresias – Lisboa e o Tejo, 1850-2014”. A exposição esteve patente no Torreão Poente do Terreiro do Paço, em julho de 2014.

No âmbito deste projeto decorreram também seis conversas abertas ao público sobre arquitetura, urbanismo, construção naval tradicional no estuário do Tejo, atividades portuárias e estórias de vida associadas a personagens míticas e a lugares. Este ciclo de conferências foi organizado por João Figueira de Sousa, geógrafo da NOVA FCSH.

A exposição revelou um Tejo intemporal e as suas margens, alteradas pela natureza e pela intervenção humana. Perto de 160 anos da frente ribeirinha foram apresentados reunindo um património material e imaterial feito de histórias, edifícios, projetos, pessoas e objetos. Seis núcleos organizaram essa exposição: Cais dos Aventureiros, Terreiro do Paço, Barcos do Tejo, Cais do Sodré, Arsenal e Fantasias Lisboetas. A data da exposição coincidiu com o final das obras de requalificação da Ribeira das Naus.

Lisboetas ganham a Ribeira das Naus – Exposição “Maresias” from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.

Legenda da imagem: Estação de Santa Apolónia.

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