Exposição sobre investigação colaborativa com impacto em Lisboa reúne mais de cem projetos na NOVA FCSH

Quem eram os vegetarianos lisboetas de há cem anos? Que empreendedores mudaram a face de Lisboa? Como preservar os carrilhões de Mafra?  Até 5 de fevereiro, conheça projetos de investigação desenvolvidos na NOVA FCSH em prol da Área Metropolitana de Lisboa.

O presente e o futuro da investigação colaborativa sobre Lisboa marcam o debate dos próximos dias na NOVA FCSH. Entre 29 e 5 de fevereiro, estão expostos no edifício ID mais de cem projetos de investigação sobre Lisboa desenvolvidos nos últimos cinco anos nesta faculdade. No primeiro dia, investigadores e parceiros institucionais discutem os caminhos que poderão reforçar o futuro da investigação colaborativa sobre Lisboa, numa programação que dá voz ao património, à saúde e bem-estar, e à intervenção cultural e social. O colóquio decorreu na sala multiusos 2, entre as 09h e as 17h30.

A criação de um arquivo sonoro digital, em parceria com o Museu do Fado, ou o estudo dos efeitos sócio-espaciais da plataforma de alojamento local Airbnb em Lisboa são alguns dos projetos em exposição. O FCSH +Lisboa faz parte deste acervo pelo próprio contributo que tem dado à divulgação da investigação sobre a cidade.

“Investigação colaborativa” é a expressão-chave crucial para Luís Baptista. O responsável pela iniciativa e diretor do CICS.NOVA, uma das 16 unidades de investigação da NOVA FCSH, defende que estes projetos reflectem não só o o impacto que a investigação em ciências sociais e humanas tem tido junto do património material e imaterial, das populações e infraestruturas da Grande Lisboa, como a importância das atuações em parceria, juntando investigadores, por um lado, e as mais diversas instituições e equipamentos, por outro.

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