FCSH/NOVA contribui para debate sobre reabilitação de património imobiliário

Que soluções para cerca de 20 magníficas casas, parte delas antigos palácios, hoje um património valioso mas degradado? A NOVA FCSH participa na discussão promovida pelo Município de Lisboa e contribui para a busca de soluções.

Lisboa, cidade com história, dispõe de património imobiliário envelhecido e que se tem vindo a degradar sem atenção dos seus proprietários, em muitos casos a própria autarquia. Discutir a solução para recuperar cerca de duas dezenas de habitações privilegiadas que, em tempos, fizeram brilhar a cidade foi o motivo que reuniu, em janeiro de 2015, investigadores do Instituto de História da Arte da NOVA FCSH, do Fórum Cidadania Lx, da Direção Geral do Património Cultural e da Câmara Municipal de Lisboa na conferência “Palácios Históricos de Lisboa. Memória, Ruína ou Futuro?”.

O debate sobre este acervo crucial para Lisboa, em particular quando a capital atrai um número crescente de turistas, visou identificar razões que levaram ao seu estado atual de degradação e discutir soluções que permitam devolver à cidade este conjunto de edifícios de extraordinária importância histórica.

Os historiadores de arte Raquel Henriques da Silva, da NOVA FCSH, e Miguel Soromenho bem como o arquiteto João Appleton evocaram o passado desses palácios. Na perspetiva oposta, do futuro, vários empresários apresentaram projetos e iniciativas passíveis de serem realizados nesses locais.

O evento teve lugar na Sala do Arquivo dos Paços do Concelho, em janeiro de 2015, e encerrou com uma visita guiada ao Palácio Pombal, propriedade da CML.

Uma segunda conferência, em maio de 2016, apresentou as intervenções entretanto realizadas nestes edifícios.

Legenda da imagem: Palácio de Azurara. Fotografia de João Carvalho [CC].

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